Agora estou filiada a ABAGA (Associação Brasileira de Alta Gastronomia)
Site Abaga: http://www.abaga.com.br/
Meu Curriculum:
http://www.abaga.com.br/wp-admin/curriculos/24_05_2011_13_25_09_.pdf
Marcadores
- A Chef - Artigos e Reportagens
- CARDÁPIO DELIVERY
- Curiosidades
- Curiosidades - Alimentos e Produtos
- Curiosidades - Utensílios Domésticos
- Meus Trabalhos
- TAXA DE ENTREGA
Pesquisar este blog
Mostrando postagens com marcador A Chef - Artigos e Reportagens. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador A Chef - Artigos e Reportagens. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 24 de maio de 2011
ABAGA
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Reportagem Jornal Tribuna do Norte (01/04/2011)
sábado, 26 de março de 2011
Posso Mudar?????????????
Ás vezes eu me pergunto o que faz uma pessoa ir a um restaurante, olhar um cardápio e aleatoriamente começar a montar outro prato que não está descrito ali, mudando as guarnições e modificando todo o prato original.
Particularmente, me perdoem o talvez exagero, mas considero uma ofensa. E explico.
Os pratos num restaurante são autorais. Alguém pensou neles com muito carinho, estudou sua composição, sua montagem, elaborou uma ficha técnica, para que se possa verificar o preço que ele custa e aplicar uma margem de lucro que o pague, que pague quem o executa, pois afinal, é preciso prestar contas sobre isso.
Os pratos num restaurante são autorais. Alguém pensou neles com muito carinho, estudou sua composição, sua montagem, elaborou uma ficha técnica, para que se possa verificar o preço que ele custa e aplicar uma margem de lucro que o pague, que pague quem o executa, pois afinal, é preciso prestar contas sobre isso.
Além disso, existe a gramatura de cada item, para se igualar o peso geral de todos os pratos, para que todas as pessoas, que escolham um prato ou outro do cardápio, não se sintam injustiçadas com essa escolha. Afinal, vamos combinar, existe algo mais desagradável do que pedir um prato e notar que o seu amigo que escolheu outro levou a melhor, com um prato mais bem servido?
Elaborar um cardápio dá um trabalho danado. Existe uma coerência de que linha o restaurante vai seguir, que cozinha (brasileira, asiática, francesa..) é a escolhida, que louça será servida, os utensílios adicionais, além de problemas mais sérios, como estrutura da cozinha, quantas bocas de fogão, quanto espaço de refrigeração, quantos equipamentos a casa possui, qual o tamanho da equipe que vai trabalhar, que tipo de serviço será executado, pois por exemplo, para empratados, é necessário uma grande bancada.
Isso sem contar com o ritmo de trabalho. Em cozinha se trabalha em equipe e existem as brigadas. Quem fica no fogão, quem fica nas guarnições, quem fica nas entradas. Quando se “canta” a comanda, pede-se o nome do prato, e quem é do fogão corre para selar a carne, o peixe , ou o que for, e automaticamente, quem está nas guarnições, os acompanhamentos, já corre para fazer tudo ao mesmo tempo, e chegar à bancada do chefe para a montagem na mesma hora, garantindo a mesma temperatura. Quando se pede para mudar guarnições, o ritmo da cozinha quebra, tem que se parar para falar com o garçom que vai explicar o “novo” prato, quem está na guarnição tem que parar prá verificar o que vai montar, além de mexer nas gramaturas, que é o peso de cada acompanhamento. Sem falar no pobre do garçom que tem que ficar um tempo enorme anotando todas as observações.
Então, como se vê, é um efeito dominó. Atrasa a cozinha, atrasa as mesas subseqüentes, e gera por fim, mais stress, num ambiente que por si só, já é nervoso. Além do mais, chefes têm carinho e orgulho pelas suas criações. Não se pede para um compositor mudar a letra de uma música, não se sai modificando um quadro de um pintor e também não se pede a uma mãe para pintar o cabelo de um filho, só para experimentar como fica. Assim, (a não ser que existam restrições alimentares e o chefe seja consultado) por que não dar uma chance a quem se esmerou tanto para elaborar um prato de experimentar o que foi pensado, com pesos balanceados, com sabores que combinam entre si, e verificar a sua opinião? Então, antes da fatídica pergunta “posso mudar?” que tal pensar, se não na rejeição prévia do prato pensado com tanto carinho, nas pessoas ao redor, que sofrerão com a sua atitude? Confie no chefe, escolha seu prato e bom apetite.
Elaborar um cardápio dá um trabalho danado. Existe uma coerência de que linha o restaurante vai seguir, que cozinha (brasileira, asiática, francesa..) é a escolhida, que louça será servida, os utensílios adicionais, além de problemas mais sérios, como estrutura da cozinha, quantas bocas de fogão, quanto espaço de refrigeração, quantos equipamentos a casa possui, qual o tamanho da equipe que vai trabalhar, que tipo de serviço será executado, pois por exemplo, para empratados, é necessário uma grande bancada.
Isso sem contar com o ritmo de trabalho. Em cozinha se trabalha em equipe e existem as brigadas. Quem fica no fogão, quem fica nas guarnições, quem fica nas entradas. Quando se “canta” a comanda, pede-se o nome do prato, e quem é do fogão corre para selar a carne, o peixe , ou o que for, e automaticamente, quem está nas guarnições, os acompanhamentos, já corre para fazer tudo ao mesmo tempo, e chegar à bancada do chefe para a montagem na mesma hora, garantindo a mesma temperatura. Quando se pede para mudar guarnições, o ritmo da cozinha quebra, tem que se parar para falar com o garçom que vai explicar o “novo” prato, quem está na guarnição tem que parar prá verificar o que vai montar, além de mexer nas gramaturas, que é o peso de cada acompanhamento. Sem falar no pobre do garçom que tem que ficar um tempo enorme anotando todas as observações.
Então, como se vê, é um efeito dominó. Atrasa a cozinha, atrasa as mesas subseqüentes, e gera por fim, mais stress, num ambiente que por si só, já é nervoso. Além do mais, chefes têm carinho e orgulho pelas suas criações. Não se pede para um compositor mudar a letra de uma música, não se sai modificando um quadro de um pintor e também não se pede a uma mãe para pintar o cabelo de um filho, só para experimentar como fica. Assim, (a não ser que existam restrições alimentares e o chefe seja consultado) por que não dar uma chance a quem se esmerou tanto para elaborar um prato de experimentar o que foi pensado, com pesos balanceados, com sabores que combinam entre si, e verificar a sua opinião? Então, antes da fatídica pergunta “posso mudar?” que tal pensar, se não na rejeição prévia do prato pensado com tanto carinho, nas pessoas ao redor, que sofrerão com a sua atitude? Confie no chefe, escolha seu prato e bom apetite.
Por Sonia Benevides - Revista Deguste
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Reportagem Revista Deguste,
Chef Cris
fone: (84) 8113 - 3757
e-mail: chefcrisfreitas@gmail.com
Foto: Rogério Vital
Moqueca de Bacalhau
Cursos (Ministrante)
Docinhos Artísticos - Modelagem básica – Método “Mão na Massa”: Ensinando passo a passo a modelagem de 5 docinhos diferentes.
Turmas de no máximo 15 alunos. Duração de 3 a 4 horas.
Docinhos Artísticos - Tema: Fundo do mar – Método “Mão na Massa”: Ensinando passo a passo a modelagem de 12 docinhos diferentes referente ao tema.
Turmas de no máximo 15 alunos. Duração de 8 a 10 horas.
Docinhos Artísticos - Tema: Fazendinha – Método “Mão na Massa”: Ensinando passo a passo a modelagem de 13 docinhos diferentes referente ao tema.
Turmas de no máximo 15 alunos. Duração de 8 a 10 horas.
Docinhos Artísticos - Tema: Zoológico – Método “Mão na Massa”: Ensinando passo a passo a modelagem de 11 docinhos diferentes referente ao tema.
Turmas de no máximo 15 alunos. Duração de 8 a 10 horas.
Docinhos Artísticos - Tema: Personagens Infantis I – Método “Mão na Massa”: Ensinando passo a passo a modelagem de 15 docinhos diferentes referente ao tema.
Turmas de no máximo 15 alunos. Duração de 8 a 10 horas.
Docinhos Artísticos - Tema: Personagens Infantis II – Método “Mão na Massa”: Ensinando passo a passo a modelagem de 15 docinhos diferentes referente ao tema.
Turmas de no máximo 15 alunos. Duração de 8 a 10 horas.
Licores Caseiros- Método básico para a produção de licores finos exóticos de frutas como: Frutas Vermelhas, Frutas Amarelas, Vinho, Especiarias.
Turmas limitadas. Duração de 3 a 4 horas.
Geléias Exóticas - Método básico para a produção de geléias exóticas como: Pimentão Vermelho, Pétalas de Rosa, Alfazema, Cachaça, Pimenta.
Turmas limitadas. Duração de 3 a 4 horas.
Bem Casados, Bem Nascidos, Bem Vividos, Bem Apaixonados e Bem Formados – Massas e Recheios passo a passo. Sugestões de Decoração para cada finalidade.
Turmas limitadas. Duração de 8 a 10 horas
Culinária Indiana. Bebidas, Entradas, Prato0s e Sobremesas.
Turmas limitadas. Duração de 12 horas.
Para saber mais sobre os cursos deixe um comentário com e-mail para resposta.
Reportagem do Jornal Tribuna do Norte em 10/09/2010
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Reportagem Deguste
Masala renova o cardápio e inclui pratos da cozinha contemporânea
O novo menu, que inclui pratos vegetarianos, é criação da chef gaúcha Cris Gil
03/09/2010 às 12:52
Fotos:Rogério Vital/Deguste |
Peixe Masala - filé de robalo grelhado regado com molho de alho poró, curry, garam masala (mix de temperos) e arroz Basmati
Cozinha internacional com um toque da culinária indiana, essa sempre foi a proposta do restaurante Masala, inaugurado há pouco mais de seis meses, em Ponta Negra.
Sem fugir da proposta original da casa, a nova chef, a gaúcha Cris Gil, reformulou o cardápio e incluiu pratos da culinária contemporânea, além de um menu exclusivo destinado à cozinha indiana. "Busquei colocar no menu uma variedade maior de pratos de carnes e peixes. Além de reforçar as nossas opções da gastronomia indiana”, explica Cris.
Cris Gil, chef do Masala |
Para os petiscos a chef ressalta a Picanha Elegante servida laminada, coberta com alho em lascas, acompanhada de farofa Masala, vinagrete de hortelã e pão com manteiga aromática.
Como sugestão para o almoço ou jantar, o Masala traz a Lagosta Grelhada, temperada com alho e servida com gomos de laranja, risoto de aspargo e molho ayole (maionese, limão e alho). Um prato leve que tem uma bonita apresentação.
Outra destaque é o Peixe Masala, um filé de robalo grelhado, regado com molho de alho poró, curry e garam masala (mix de temperos). O prato acompanha arroz Basmatti típico da índia e geleia de caipirinha.
Fonte: Portal Deguste
Post Blog Ao Ponto - Jornal Tribuna do Norte
Foto: Rogério Vital
Picanha Elegante, um dos petiscos do Masala.
A chef Cristiane Gil Garcia, dona do antigo Suave Sabor, assume a cozinha do Restaurante Masala, localizado em Capim Macio.
Além de incrementar o cardápio indiano do restaurante, Cris Gil conta que investiu em alguns novos pratos e petiscos da cozinha internacional contemporânea.
Da parte indiana, os destaques são o lassi de cupuaçu (produto regional) ou ainda o lassi de tangerina com manjericão, passando pelo tchai Masala.
De entradas, as Samosas, panir (queijo), chutneys variados. E mais alguns pratos a base de carne e peixes, e ainda pratos vegetarianos.
De entradas, as Samosas, panir (queijo), chutneys variados. E mais alguns pratos a base de carne e peixes, e ainda pratos vegetarianos.
As sobremesas também aparecem no cardápio com o gulab jamom (bolinhas de leite cozidas em calda perfumada com cardamomo e água de rosas), kheer (semelhante ao arroz doce), kulfi (semelhante ao sorvete, mais denso), rasmalai (bolinhas de ricota em calda de leite quente com pistache).
Na parte de petiscos ocidentais, um deles é a “Picanha Elegante” — 500 g de picanha laminada coberta com uma camada de alho em lascas, acompanhada de um recheaud para quecer. As guarnições são pão frances quentinho, manteiga aromática, vinagrete de hortelã e farofa masala.
As carnes de cortes nobres também entram no novo menu.
As carnes de cortes nobres também entram no novo menu.
O restaurante dispõe de cinco ambientes, sendo dois climatizados, lounge, bar, deck suspenso e uma área aberta.
08 de setembro de 2010
Fonte: Blog Ao Ponto, por Cintia Lopes.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Resultado Promoção
Foto: Rogério Vital/Deguste
O engenheiro civil, Adriano Bezerra, a estudante de administração, Isa Tatiane, ao lado da chef e proprietária do Suave Sabor, Cristiane Garcia. |
A estudante de administração, Isa Tatiane Dantas Bezerra, já tinha lido sobre o restaurante Suave Sabor, mas não conhecia a casa pessoalmente. Até que no dia 17 de maio, segunda-feira, se inscreveu pela primeira vez na promoção do Portal Deguste. “Vi a promoção no Twitter e resolvi me inscrever. Quando me ligaram nem acreditei”, explica. A estudante estava com o namorado, o engenheiro civil, Adriano Bezerra, que aprovou as torradas com geleia de pimenta.
O casal degustou uma lasanha de camarão, servida com salada de maionese e arroz branco. “Adorei a música e o tempero. O Suave Sabor é uma ótima pedida!”, acrescentou Isa Tatiane.
O casal degustou uma lasanha de camarão, servida com salada de maionese e arroz branco. “Adorei a música e o tempero. O Suave Sabor é uma ótima pedida!”, acrescentou Isa Tatiane.
20/05/2010 às 17:36
Fonte: Portal Deguste
Promoção Portal Deguste
Foto: Canindé Soares/Deguste Você conhece o restaurante Suave Sabor em Ponta Negra? Não! Então esta é a oportunidade perfeita. O portal Deguste vai levar você e um acompanhante para saborear a gastronomia italiana com um ‘toque gaúcho’. Para concorrer é simples, escreva um comentário sobre o restaurante até a próxima segunda-feira (dia 17 de maio) para concorrer a um jantar completo (com uma massa, salada e sobremesa). Lembrando que é um SORTEIO, todos devem deixar um telefone de contato (que não será publicado) e o sorteado escolhe entre os dias 18 à 20 (terça à quinta-feira). Ah, o casal vencedor vai aparecer aqui no Portal. Boa sorte! 14/05/2010 às 19:45 FONTE: Portal Deguste |
Blog Ao Ponto por Cintia Lopes
A chef Cristiane Gil Garcia envia ao blog a notícia de abertura de seu novo restaurante em Ponta Negra, o Suave Sabor. Ela resume os sabores da casa como sendo uma cozinha italiana da Serra Gaúcha: ” Somos gaúchos e viemos trazer para Natal o sabor da nossa cozinha com raízes italianas”.
A casa eu ainda não conheço, mas chef Cristine informa que o cardápio conta com 60 opções entre massas e molhos variados. Há espaguetes, lasanhas, risotos, polenta, galeto (700gr), além da tradicionalíssima salada de maionese que só os gaúchos sabem fazer.
Na seção de carnes há o filé da casa, picanha e contra filé.
Mas comadre, o que chamou a atenção no cardápio enumerado pela chef foi o Porco-pizza e o Frango-pizza, prato que consite em costela de porco desossado (ou frango desossado), onde a carne faz o papel da “massa da pizza”, guarnecida com mussarela e o recheio escolhido….há quem estranhe a iguaria, mas não tem como ser ruim né, embora calóóooorica rsrs.
As sobremesas também remetem às serras gaúchas: ambrosia, sagu, peras ao vinho, torta quatro leites, ‘nube della fragola’ (morango), tiramissú com doce de pimenta em calda.
A chef também está transformando o restô num cantinho de produtos com a assinatura da casa. Os produtos são a base de pimenta dái: Licor de pimenta, Geléia de pimenta, Doce de pimenta em calda, Geleia de caipirinha, Geléia de cachaça com pimenta — esses dois últimos já estão disponíveis em algumas lojas e delicatesses de Natal, segundo informou a chef.
Fonte: http://blog.tribunadonorte.com.br/aoponto?s=Porco+pizza
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Reportagem do Jornal Tribuna do Norte
Reportagem da Deguste na TV
Programa exibido em 22/05/2010, pela TV Ponta Negra, afiliada do SBT no Rio Grande do Norte.
Página deste vídeo: http://www.revistadeguste.com/programas/view/62
Assinar:
Postagens (Atom)


